Exegi monumentum aere perennius diz-nos Horácio numa das suas Odes. Erigi um monumento mais perene que o bronze. Que monumento será este, que dura mais que o bronze? Sem dúvida: a palavra, a palavra escrita, o livro. A comparação é simples de entender: ainda que o bronze resista por muitos e muitos anos, acaba por se desgastar… O livro nunca! Mantém-se vivo sempre, é atual sempre (repare-se agora nas Farpas de Eça).
Por isso, deves entender os teus livros como pequenas preciosidades que te acompanharão sempre, que te farão chorar, rir, condenar, pensar, decidir, condenar, enfim… crescer. Um livro é uma porta aberta, que te convida a entrar e a descobrir coisas diferentes a cada nova viagem.
Lê sempre, porque ler é aprender, ler é crescer, ler é sentir. Como dizia Pessoa, “Sentir? Sinta quem lê!”
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